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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Projeto A Cor da Cultura

Na última sexta-feira, dia 13 de maio, nas dependências de nossa escola, aconteceu o repasse a todos os funcionários do projeto A Cor da Cultura, em que houve o momento da dinâmica do reliário ao coisário, onde cada um falou algo do seu passado e trouxe um objeto que mais lhe marcou na sua infância, após aconteceu um estudo das leis nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 e nº 11.645, de 10 de maio de 2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática: "História e Cultura Afro-Brasileira e após ficou definido que a temática se ampliaria a "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
Após foi explanado o texto: Em busca da cidadania plena, em seguida aconteceu uma dinâmica com uma das músicas sugeridas pelo projeto Carnavália em que todos escolheram um ao outro o que achavam que tinha em comum a fim de formar uma grande corrente em que todos possam se abraçar. Após, foram divididos grupos em que foram desenvolvidos os planos de ação.










sexta-feira, 15 de abril de 2011

PROJETO A COR DA CULTURA


TRÊS PROFESSORAS DA ESCOLA JOHN KENNEDY PARTICIPARAM DA FORMAÇÃO
(Participantes: Profª Madalena, Profª Emanuele, Profª Sandra Cruz)
A cidade de Gravatá foi encontro do projeto "A Cor da Cultura". Educadores de toda rede municipal de ensino da cidade e dos municípios de Bezerros e Lagoa dos Gatos participaram nos dias 13, 14 e 15 de encontro onde o maior objetivo é difundir a cultura Afro-brasileira dentro das escolas. O projeto que conta com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Cultural (INDEC) e o Canal Futura está na primeira etapa em Gravatá e deve se encerrar no mês de julho.

A Cor da Cultura trabalha as temáticas para a difusão da Lei. 10.639/93 onde torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. A capacitação junto aos educadores pretende aplicar de forma prática o assunto no currículo escolar após a capacitação em três momentos. Após esse primeiro encontro, os professores serão acompanhados online sobre as atividades desenvolvidas em sala. Na terceira etapa o projeto voltará para avaliar o desempenho e verificar os resultados.

De acordo com Regina Castro, coordenadora de formação do INDEC, o grupo que ministra essas capacitações participa de movimentos negros e religiosos. Até o momento 10 Estado receberam o Projeto. “Nossa meta é que esses professores possam multiplicar isso nas escolas, facilitar essa apresentação e inclusão no currículo escolar”, disse.

A secretaria de Educação de Gravatá mobilizou toda rede de ensino municipal para o encontro. Os participantes receberam kits com jogos, DVDs, CDs e livros que ajudarão no processo educativo.


Com informações e imagens do Site da Prefeitura de Gravatá.
















sábado, 12 de março de 2011

MARACATU SOL DO GAMR FECHOU COM CHAVE DE OURO PROJETO DE CARNAVAL


CULTURA, RITMO, MÚSICA, CARNAVAL = RESPEITO, CONHECIMENTO

Nesta sexta-feira (11), nossa escola recebeu a ilustre visita do Maracatu Sol do GAMR, encerrando o período de estudos realizados em forma de projeto, com o tema: "Memórias dos Carnavais" onde puderam conhecer um pouco sobre a origem de cada ritmo carnavalesco, especialmente, os que são executados em Pernambuco.
Dentre os destaques, foi estudado pelos alunos da 4ª série, a origem dos Maracatus, de Baque Solto e de Baque Virado.
Atendendo a um convite da escola, o Maracatu do GAMR, na pessoa de Edson e de Maciel (mestre do apito no Maracatu), a quem agradecemos de todo coração pelo apoio e presteza, se apresentaram brilhantemente para alunos da Educação Infantil à 4ª série, e empolgaram tanto que nossas crianças ao serem convidadas para participar da participação, não pensaram duas vezes, foram correndo!
Os alunos puderam ainda receber orientação sobre alguns passos executados durante a apresentação do maracatu, depois de escutar as explicações do mestre Maciel. Foi maravilhoso!
Agradecemos o apoio da secretaria de educação no envio do transporte para o grupo do GAMR. Muito obrigada!!







sábado, 5 de fevereiro de 2011

ONU e Seppir discutem ações no Ano dos Afrodescendentes - 2011

luiza_bairros


A ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), reuniu-se, com representantes da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil. Para além da apresentação formal da nova ministra ao staff das Nações Unidas, a reunião resultou numa fértil troca de idéias e sugestões de projetos e ações a serem realizados, de forma conjunta, no Ano Internacional dos Afrodescendentes - como o ano de 2011 foi lançado pela própria ONU.

Responsáveis por parcerias com a SEPPIR, como o Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia, as agências da ONU foram representadas, no encontro, pelo coordenador residente do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediak, por Marie Pierre Poirer, coordenadora do UNICEF no Brasil e do GT Interagencial Raça e Etnia da ONU; pelo representante adjunto da UNESCO, Lucien Muñoz; pela representante da ONU Mulheres para o Brasil e o Cone Sul, Rebecca Tavares; pelo representante do UNFPA no Brasil, Harold Robinson; e pela representante da OIT no Brasil, Laís Abramo.
Também participaram da reunião - realizada no Edifício João Saad, onde funcionam as Secretarias de Políticas para Comunidades Tradicionais e de Políticas de Ações Afirmativas da SEPPIR – o Diretor de Cooperação e Desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Mário Theodoro, além da Chefe da Assessoria Internacional da SEPPIR, Magali Naves, e do Assessor para Cooperação Internacional, Daniel Brasil.
“No que se refere ao trabalho cotidiano da SEPPIR com a ONU, existe uma base muito boa. Acho importante que, no Ano Internacional dos Afrodescendentes, demos escala, ampliemos, o que já está acontecendo”, afirmou a ministra Luiza Bairros, chamando a atenção para o fato de, em 2011, também estar se completando dez anos da III Conferência Internacional Sobre Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia  e Intolerâncias Correlatas, realizada, sob coordenação das Nações Unidas, em Durban, na África do Sul, em setembro de 2001.

“Costumo dizer que somos parte da equipe (da SEPPIR), porque o mandato da Secretaria coincide com nosso diagnóstico e nossas intenções de trabalho no Brasil”, avaliou o Coordenador do Sistema ONU no país, Jorge Chediak, reafirmando as relações positivas entre a SEPPIR e aquele organismo. “Como afirmou a ministra, este é o Ano Internacional dos Afrodescendentes, e queremos criar oportunidades para mantê-los na atividade pública. Ano passado, o Brasil aprovou o Estatuto da Igualdade Racial, mas agora o desafio é implementar esta legislação e também aperfeiçoá-la”, acrescentou Chediak.

No encontro, Luiza Bairros lembrou que, no ano 2000, se deu uma aproximação maior entre os movimentos negros brasileiros e a ONU.  De acordo com a ministra, foi nesta ocasião que a parcela da sociedade civil organizada que luta contra o racismo, a discriminação racial e suas conseqüências, interpelou as Nações Unidas sobre o quê a organização poderia realizar para somar esforços e fazer avançar as lutas negras no Brasil. “Neste sentido, depois de passados dez anos, a questão que se coloca é como passarmos a um outro patamar”, disse Luiza Bairros. “Gostaria que a  marca do Ano fosse cada um contribuir com esta agenda, com ações concretas, objetivas, realizadas de forma a impactar a inclusão dos afrobrasileiros em nossa sociedade”, propôs.

Já Mário Theodoro chamou a atenção para a importância que tem, para a sociedade brasileira, a manifestação dos organismos internacionais em relação, sobretudo, à questão racial. “Não é à toa que Durban é um marco, assim como também foi palco de um debate internacional no qual o Brasil se coloca. Historicamente, o que se observa é que a intervenção internacional na área racial no Brasil, desde o Projeto Unesco, também é um marco e, portanto, esta cooperação para nós é algo de muita importância”.
Fonte: Seppir
O grupo voltará a se reunir em breve, já que os representantes de todas as agências da ONU e da SEPPIR receberam, propuseram e discutiram, com entusiasmo, formas de intensificação dos projetos e ações já em curso, assim como a criação de novas iniciativas para o Ano Internacional dos Afrodescendentes

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