Mostrando postagens com marcador aulas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aulas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de março de 2011

Alunos das 3ª e 4ª séries realizaram visita técnica ao Hotel Fazenda Portal de Gravatá

Ontem (28), mais um grupo de alunos de nossa escola, visitaram as dependências do Hotel Fazenda, em Gravatá, através do Projeto Turismo nas Escolas, criado pelo hotel.
A atividade também faz parte da proposta pedagógica das aulas da disciplina Noções de Turismo, que faz parte da grade curricular do município há menos de 5 anos, e tem como objetivo promover e incentivar a prática de turismo em nosso município, elevando nossas potencialidades.
Durante a visitação, os alunos recebem instruções acerca da mão-de-obra utilizada em um hotel deste porte, qual a formação necessária para trabalhar no setor de hotelaria e quanto gira em torno deste setor, que é destaque em Gravatá, juntamente com a rica gastronomia.
Os alunos pesquisaram pontos como: alta estação, valor de uma diária, profissionais empregados, serviços oferecidos, dentre outros aspectos.
Além da rica aula expositiva, os alunos ainda aproveitaram para brincar no parque, e se deliciaram com um super-lanche oferecido pelo Portal.

Nossos agradecimentos aos funcionários que nos receberam tão bem e, em especial, ao Sr. Eduardo Cavalcanti, proprietário do hotel,  pela acolhida e oportunidade que nos propiciou.
À  nossa  secretária de educação, Sra. Maria da Paz, por viabilizar o transporte e esse momento ímpar de desenvolvimento e aprendizagem para nossos alunos.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

VOLTA ÀS AULAS COM MUITA ANIMAÇÃO!!


O ano letivo em nossa escola começou com muita festa! Apṕos serem recepcionados pelas gestoras por seus respectivos professores, os alunos foram trazidos ao pátio e participaram de uma animada recreação, com muitas brincadeiras e música. Até nossa gestora adjunta entrou na festa, coreografando a música "Boneca de lata". A turma adorou!!
Pela animação e participção de todos, inclusive dos professores e funcionários, deu para sentir que este ano promete ser sensacional!!
A TODOS OS NOSSOS QUERIDOS ALUNOS E ALUNAS, SEJAM MUITO BEM-VINDOS!!!




sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ano letivo 2011 terá início na próxima terça-feira com grande evento festivo em Gravatá


Com informações do site da Prefeitura Municipal de Gravatá


Marcando o início do ano letivo 2011 em Gravatá a Prefeitura / Secretaria de Educação promove na próxima terça-feira (01/02) das 8 às 11 da manhã na Escola Professor Antônio Farias um grande encontro com o professorado municipal. Na oportunidade o prefeito Ozano Brito apresentará a nova equipe que compõe a secretaria de educação ao mesmo tempo em que serão apresentados os projetos e planejamentos para o decorrer do ano.

domingo, 12 de setembro de 2010

UMA AULA DE HISTÓRIA INESQUECÍVEL

80 ALUNOS VISITARAM O PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS...



ALÉM DO MUSEU DO HOMEM DO NORDESTE E O INSTITUTO RICARDO BRENNAND



Castelo São João - Brennand


Instituto Ricardo Brennand


O dia 10 de Setembro certamente ficará na memória de nossos alunos por muito tempo! Acompanhados das educadoras Nadilma, Emanuele, Rosimere, Arielma e Sunamita Oliveira, além da coordenadora Hiolanda Cavalcante, os alunos vivenciaram uma experiência ímpar, podendo ampliar os conhecimentos acerca da história de nosso estado e de nosso país.
Esta atividade tão rica só pôde ser realizada graças ao apoio da nossa secretária de educação Rosa da Silva Melo, que complementou a verba do PDE possibilitando que a atividade contemplasse mais alunos. Nosso muito obrigada, de coração!!!



Em nossa saída, uma seriema nos acompanhou e veio se despedir!

Vejam mais fotos em nossa página do orkut

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

VOLTA AS AULAS! SEJAM TODOS MUITO BEM-VINDOS!!

ALUNOS DA ESCOLA JOHN KENNEDY SÃO RECEBIDOS COM HINO DE GRAVATÁ, ORAÇÃO E MUITOS LOUVORES



Este ano, o calendário do ano letivo iniciou no dia 03 de Fevereiro para os alunos das Redes Municipal e Estadual, e pelo menos em nossa escola, o trabalho já começou de uma forma diferente. Após ser realizada a chamada e localização dos alunos pela diretora Denise Batista, os pais foram dispensados e os alunos reunidos no pátio por todos professores. O boa tarde passa a ser coletivo, iniciando com a execução do Hino de Gravatá, e em seguida, são entoados louvores, a fim de transmitir uma mensagem de paz e de amor para nossas crianças. Este momento termina com uma oração, e todos em fila, se dirigem às suas salas para realização dos trabalhos didáticos. Este ano, estamos funcionando com 15 salas de aula, sendo 06 no turno da manhã, 08 à tarde e 01 à noite. Manhã e tarde com Educação Infantil e Ensino Fundamental I, à noite, com uma turma de EJA.






quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

VOLTA AS AULAS!!

Um bom começo é fundamental


Uma saudável iniciação escolar depende da capacidade que o professor polivalente tem de enxergar o conjunto das disciplinas e a relação entre elas

Ricardo Prado (novaescola@atleitor.com.br)

Fabiana Maffessoni e sua turma estudam mural de Poty, em Curitiba: trabalho interdisciplinar em Arte. Foto: Massao Gotto Filho
Fabiana Maffessoni e sua turma estudam mural
de Poty, em Curitiba: trabalho interdisciplinar
em Arte. Foto: Massao Gotto Filho

O rito de entrada no mundo escolar acontece, de fato, no 1º ano do Ensino Fundamental. É nele que os alunos serão apresentados às disciplinas com as quais conviverão nos anos seguintes. Receberão de um único professor as primeiras noções de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia além de Arte, Educação Física e o que mais a escola oferecer. O paradoxo é justamente esse professor ter de fazer o planejamento sem conhecer a turma. E cada turma é uma aventura diferente, com necessidades de aprendizagem específicas, assim como cada aula é única. Ajustar o previsto à realidade é o desafio.

O geógrafo Celso Antunes, coordenador de ensino da Universidade SantAnna, de São Paulo, sugere um exercício mental: imaginar o planejamento como uma série de círculos concêntricos. No menor, estão localizadas as principais competências de cada disciplina, em relação às quais não há negociação. É preciso que sejam abordadas, explicadas, trabalhadas e avaliadas. Chamemos esse centro de "núcleo duro" do planejamento. Os círculos maiores são mais permeáveis. Eles são compostos pelos temas trazidos pelas crianças, por jornais, por colegas educadores ou pelo próprio professor. É neles que se dá a justaposição com outras disciplinas e abre-se o espaço para improvisar.

Interdisciplinaridade

Diferentemente dos professores que lecionam matérias específicas, o polivalente transita livremente por elas. Não é preciso combinar com ninguém para realizar trabalhos interdisciplinares. O que também não quer dizer que isso seja uma obrigação. "Tenho visto colegas angustiados diante da interdisciplinaridade", diz o biólogo Nelio Bizzo, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e assessor científico do Colégio Santa Cruz, em São Paulo. "Trabalhar de maneira interdisciplinar tornou-se uma espécie de compulsão pedagógica."

A interdisciplinaridade pode ser explorada em projetos didá-ticos. A professora Fabiana Maffessoni, de Curitiba, é um bom exemplo. Utilizando as obras de Poty Lazzarotto espalhadas pela cidade, ela criou um trabalho de Arte para mostrar aos alunos da 4a série do Colégio Opet outra visão do lugar onde vivem. Painéis de concreto sobre o café, a erva-mate ou a história do Paraná serviram de ponto de partida para um bem fundamentado estudo do meio.

Fabiana acredita que os quatro primeiros anos do Ensino Fundamental são muito importantes para aguçar a sensibilidade das crianças e aumentar seu repertório artístico. Segundo ela, há três trabalhos imprescindíveis a fazer nessa área: mostrar obras de arte (em livros, slides ou museus), ensinar as crianças a observar a produção artística e, por fim, incentivá-las a criar. "Quem é estimulado desde pequeno vai lidar melhor com os elementos da composição, como a linha, a cor e o espaço", afirma. Para ela, qualquer disciplina casa bem com Arte. Nesse projeto, os seis painéis de Poty escolhidos pela professora ajudaram a conhecer a história do Paraná.

Formar leitores

A seguir, vamos recordar alguns componentes do "núcleo duro" de cada disciplina. A começar pela Língua Portuguesa. "Deve-se pensar o planejamento em torno de três grandes eixos: leitura e escrita, linguagem oral e análise lingüística", sugere Alfredina Nery, que trabalha com formação de professores. Entende-se atualmente que desenvolver a capacidade leitora é obrigação de todos os professores, em todas as séries. Tem de ser parte do cotidiano do aluno, pois, além de formar o gosto (que, por sua vez, desenvolve a competência), é matéria-prima para escrever bem. Escrevemos (professores, jornalistas, médicos, escritores) com base em modelos lidos. Por isso, quanto mais a criança lê, mais condições terá de redigir com estilo e propriedade.

Dos três eixos principais, é comum haver excesso de um lado e falta de outro. Enquanto a análise lingüística (leia-se gramática) recebe atenção exagerada, a linguagem oral freqüentemente é esquecida. Portanto, atenção para equilibrá-los. A linguagem oral também é importante porque estuda a diferença entre a fala informal, que a criança traz de casa, e a pública, essencial para a vida em sociedade.

Números do dia-a-dia

Os principais conteúdos de Matemática nas séries iniciais se dividem em quatro blocos: números e operações, grandezas e medidas, espaço e forma e tratamento da informação (interpretação de dados). Se você leciona para as séries iniciais, saiba que terá cumprido sua missão se conseguir que os alunos adquiram (ou desenvolvam) essas quatro grandes competências.

Segundo Maria Sueli Monteiro, consultora em Educação Matemática, o objetivo primordial deve ser aproximar da ciência matemática o conhecimento que todos trazem de casa. Os conteúdos não são mais tratados como uma grande seqüência de pré-requisitos, mas como uma rede de relações que envolvem todas as áreas da disciplina, da geometria à aritmética.

Iniciar as aulas perguntando o que os alunos fizeram no dia anterior envolvendo alguma operação numérica é uma boa estratégia. Os relatos inspiram situações-problema. "A geometria permite trazer o cotidiano para a sala, pois há formas geométricas em todos os ambientes criados pelo homem", sugere Antonio Rodrigues Neto, coordenador de Matemática do Colégio São Domingos, de São Paulo.

Ciência é experiência

Os Parâmetros Curriculares Nacionais prevêem que ao fim da 4a série um aluno saiba utilizar conceitos científicos básicos associados a energia, matéria, transformação, espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida. Ou, nas palavras de Nelio Bizzo, diferenciar uma aproximação mágica ou religiosa da abordagem científica: "Galileu Galilei surpreendeu os sábios de sua época ao mostrar que era possível estudar e medir a materialização de um fenômeno, como a queda de uma pedra. Sem o lado experimental, não é Ciência".

Sempre há o risco de uma experiência não dar certo, pois trabalha-se com muitas variáveis. A frustração pode ser contornada prevendo diversas possibilidades e estágios (as várias situações de aprendizagem). De qualquer forma, o ideal é que o professor teste a atividade antes de sugeri-la. E não é preciso ter laboratório na escola. Em vez de ver uma planta num livro, é melhor observá-la em seu ambiente natural. "Marcar a sombra feita pelo Sol numa determinada hora durante várias semanas é um belo laboratório sobre as estações do ano", exemplifica Bizzo.

Cronologia bem pessoal

Depois de salientar que a capacidade leitora situa-se antes de qualquer competência da área de História, pois dela depende a capacidade de interpretar textos, documentos e mapas, a historiadora Kátia Maria Abud, da Faculdade de Educação da USP, destaca o principal objetivo das aulas dessa disciplina nas séries iniciais: desenvolver o conceito de tempo. "Às vezes, o aluno não tem clara a noção de passagem do tempo, nem suas categorias, como contemporaneidade, simultaneidade, duração ou anterioridade", explica.

Para sedimentar essa compreensão, ela acredita que o melhor é começar com os fatos que marcam o dia da criança, como antes da escola e depois dela. Há também a linha do tempo na vida da família. Daí, parte-se para o conhecimento do local. Nessa fase, uma visita às casas mais antigas ou ao museu histórico da cidade pode ser uma excelente atividade. Mas é importante o professor conhecer o acervo previamente para dominar o assunto que será trabalhado.

Os PCN também sugerem estudar os deslocamentos populacionais nessas séries. Investigar quais são as etnias e os grupos migratórios existentes na classe pode ser uma forma de trabalhar o tema, além de envolver questões de pluralidade cultural. "Num momento de guerra, como o que vivemos, trabalhar a tolerância torna-se mais atual ainda", destaca Kátia.

Ator e palco

A compreensão da espacialidade, a capacidade de apontar os pontos cardeais e fazer a leitura de uma planta ou um mapa, interpretando corretamente seus códigos, são as principais competências de Geografia. Para isso, o mais indicado é partir do próximo, afirma Celso Antunes, da Universidade SantAnna. "É mais fácil, pois o aluno se vê como centro de um processo e contextualiza a realidade."

O próximo aqui não é visto por seqüência pedagógica, mas pelo que permite de inferências, de relações entre o que o aluno vive e o que aprende. "Desse centro parte-se para a periferia e a Geografia é insuperável nesse processo de comparação", diz Antunes. Segundo ele, não se deve separar o homem da Terra, pois ator e palco interagem no mesmo cenário.

"Olhando para meus 42 anos de sala de aula, vejo que também dividia a Geografia em física e humana. Gostaria de poder voltar no tempo e corrigir o erro. Infelizmente, essa é uma prática habitual", lamenta. Para finalizar, ele destaca duas ênfases no planejamento: trabalhar com mapas desde o primeiro momento, aumentando a complexidade ao longo dos anos, e realizar muitos estudos do meio.

As cinco séries iniciais são importantes porque

- formam o hábito de leitura, essencial para a compreensão de textos, imagens, mapas e gráficos, que são usados em todas as disciplinas

- trabalham registros orais e escritos em diversas circunstâncias de situação comunicativa, das informais às mais valorizadas socialmente

- constroem o significado de número natural e, a partir dele, possibilitam a resolução de situações-problema e procedimentos de cálculo

- representam a introdução ao mundo dos seres vivos e aos métodos de investigação científica

- permitem a aquisição da noção de tempo, essencial para a compreensão da historicidade dos fatos

- servem para que o aluno tenha noções de orientação espacial, leitura cartográfica e conhecimento do meio ambiente que o cerca

- é nessa fase que, se estimulada corretamente, a criança se torna apta a manejar com criatividade conceitos estéticos e recursos artísticos

Quer saber mais?

Colégio Opet, R. Nilo Peçanha, 1585, CEP 80520-000, Curitiba, PR, tel. (0_ _41) 352-1551

BIBLIOGRAFIA

A Sala de Aula de Geografia e História, Celso Antunes, 192 págs., Ed. Papirus, tel. (19) 3272-4500, 22 reais

Aprendendo Arte: Conteúdos Essenciais para o Ensino Fundamental, César Coll e Ana Teberosky, 256 págs., Ed. Ática, tel. (11) 3346-3000, 34,90 reais

INTERNET

www.darwin.futuro.usp.br

www.sangari.com.br


Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/bom-comeco-fundamental-424821.shtml